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De 1950 a 1973 marca presença no Salon de Mai. Em 1964 vence o grande prêmio da
pintura no festival de Avinhão. Nos anos que seguem expõe em Estocolmo,
Neuchâtel e em numerosas localidades do Japão.
Leva uma exposição itinerante em quatorze cidades dos Estados Unidos. A estas
seguem exposições em Basiléia, Genebra, Londres, Los Angeles, Paris.
Em 1996 UNESCO o convida para uma grande exposição, junto com outros cem
artistas, escolhidos no mundo inteiro.
No ano 2000, primeiro entre os artistas contemporàneos, expos os seus
trabalhos na China, na sede do Museu Nacional da arte chinesa de Pequim.
Obras de Artias estão expostas nos museus das cidades de Abidjan, Avinhão,
Dunquerque, Ferrara, Cidade do México, Neuchâtel, Paris, Petit Palais de
Genebra, Saint Etienne, São Paulo do Brasil, Teerã, Pequim.
Artias faleceu em 2002 em Numana,Italia.
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Philippe Artias nasceu no ano de 1912 em Feurs (França).
Començou a pintar em 1930, precisamente quando Picasso estava abandonando o
cubismo para aproximar-se à figuraçao.
Em 1948 advertiu a necessidade de conhecer o gênio espanhol e por isso mudou-se
para Vallauris aonde este último residia e permaneceu à seu lado, amigo de
conversaçao e de estúdio, por cincos anos. Não obstante tenha recebido
sugestões fundamentais do mestre Picasso, fez própria a lição do futurismo,
sobretudo no que diz respeito ao valor do movimento.
Os ciclos pictóricos de Artias são diversos, como é possível observar através
de nossa galeria. Lembramos a série dos
"Geotema", dos
"New York", bem como aquela grande obra, iniciada em 1963, da "Familia Real", uma homenagem a Goya
e à sua "Familia de Carlos IV". A partir dos anos 80 transcorre longos períodos na
Itália e assim nascem a série de "Roma", de "Veneza", do "Passeio".
Em 1997 é condecorado com a Legião de Honra.
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